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Mostrando postagens de Janeiro, 2010

Como evitar estrias na gravidez

Se tinha um fantasma que me apavorava durante a gravidez eram as famigeradas estrias. Elas apareceram na minha vida logo na pré-adolescência, quando o corpo dá aquela esticada rápida. Quando fiquei grávida, uma amiga me aconselhou a usar diariamente um óleo de amêndoas com colágeno da marca Muriel. Felizmente, não tive estrias nem durante, nem depois da gravidez.

O melhor dessa história é que o produto é super baratinho. Talvez por isso você tenha alguma dificuldade para encontrá-lo nas farmácias. Vale lembrar que é o óleo com colágeno. Não adianta ser outro. Hoje, para minha surpresa, vi o primeiro anúncio dos óleos Muriel veiculado na televisão. Então, desculpem-me se o preço subir, vocês já saberão a provável causa.

Roupinhas moderninhas parte I

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Quando o assunto é roupa de bebê, fica difícil encontrar algo diferente de "tudorosa" para as meninas ou "tudoazul" para os meninos. Através do Site do Bebê, encontrei dicas de roupinhas mais arrojadas.

Uma delas foi a do site Baby Rock, que desde a apresentação do site - você pode trocar os discos para ouvir o som preferido: Guns n' Roses, Pink Floyd, Queen, entre outros -  até a moda rock para bebês: tudo é show!

Abaixo, meu body preferido (em homenagem ao meu marido baterista):





No escurinho do cinema, chupando chupeta...

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Já é possível em algumas cidades brasileiras curtir uma sessão de cinema, sem precisar deixar o bebê com a vovó. É o projeto CineMaterna que leva os pais às telonas com a companhia de seus bebês.

Os filmes são para os adultos, mas os pequenos também curtem o momento, já que as salas são preparadas com tudo o que eles precisam: som reduzido, trocador, ar condicionado mais suave, ambiente levemente iluminado. E depois de cada sessão - que acontece à tarde - sempre tem um bate-papo com os pais.

Fui com o meu marido e a Manuela - ainda com 2 meses! A menor da turma - e comprovei por que o projeto é genial. As crianças ficam super calmas durante a sessão, que por sinal foi uma das mais silenciosas que já assisti. Os bebês estão de parabéns!

Olha o papai Juliano com a Manú:


Música para o bebê e você

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Outro dia, assistindo um reality show na TV, ouvi a música Sunday Bloody Sunday, do U2, mas com a melodia para bebês. Fiquei encantada e procurei saber mais sobre isso. Descobri que faz parte da trilha sonora de uma coleção de CDs chamada Babies Love.

Essa coleção reúne vários artistas, entre eles a banda U2, só que com uma nova leitura, a de caixinha de música. Essa é a capa:




Ouça um trechinho da música neste link:

No site do Submarino, você encontra os demais CDs dessa coleção. Destaque para Pink Floyd, The Police e Queen.

Como fazer meu bebê tomar mamadeira?

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Acostumado com o peito, é natural que seu bebê não queira nem saber de mamadeira. Ótimo que seja assim, pois ela pode ser a vilã do desmame precoce. A OMS preconiza que o leite materno deve ser oferecido exclusivamente até os 6 meses de idade. Mas, tem horas que você estará ausente e a criança terá que utilizar a mamadeira, não tem jeito.

A melhor opção são as mamadeiras que imitam o formato e funcionamento do seio. A minha opção foi uma mamadeira desenvolvida a partir de uma tecnologia chamada Breastflow, da The First Years - uma marca gringa. Infelizmente, não vi nada parecido para comprar aqui em solo tupiniquim. Foi uma amiga que trouxe da terra do tio sam e acabou me emprestando.



Ela funciona com dois bicos, o interno é feito de material mais resistente, o que faz o bebê precisar sugar com mais força - igualmente no peito. O bico externo é mais macio e se enche com o leite conforme a criança vai sugando. Quem tiver alguma dica de outra mamadeira similar, conte pra gente!


Assista…

Tenho pouco leite, o que fazer?

Amamentar no seio é um desafio. No início - quando a criança não pega o seio - e segue depois, sempre que a criança chora e você acha que não tem leite suficiente. Afinal, o seio não é transparente como a mamadeira, que você enxerga á quantidade de líquido.No meu caso, a minha filha pedia direto o peito, a cada duas horas ou menos, aumentando a dúvida sobre a oferta de leite.

Até que o pediatra da Manuela me explicou que o leite materno é de fácil digestão. Daí o motivo dela querer mamar várias vezes ao dia. A dica para saber se você está tendo leite suficiente é verificar o peso da criança durante as visitas de rotina ao médico. Se o bebê está ganhando peso, não há com o que se preocupar. O mínimo que o bebê tem de ganhar é 25 gramas ao dia. A Manú ganhava em média 45 gramas ao dia.

Vale lembrar que a quantidade de leite depende também de uma boa alimentação e muito líquido, que é a base da produção. Meu pediatra sugeriu ainda inserir doce na dieta - é verdade, doce! - pois o leite m…

Como escolher a melhor lembrancinha de maternidade

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Como não sabia a data exata que minha filha iria nascer, deixei para comprar as lembrancinhas de maternidade na última hora. Optei por um mimo comestível, pois tenho convicção de que lembrança legal é aquela útil. Não adianta nada dar uma lembrancinha que a pessoa vai olhar e dizer - dizer não porque seria falta de educação - "O que eu faço com isso?". O destino certo será o lixo reciclável.

Também queria algo diferente, original. Numa busca na internet você encontra diversas opções, mas para achar o desejado, é preciso pesquisar bastante. Até que no blog da Zazou encontrei o trabalho da Bia Canato, que faz biscoitos decorados. Além de lindos, são uma delícia.

Olha só como ficaram os meus:



Outro trabalho legal é da minha amiga de faculdade Yeda Scuoteguazza, que faz lembrancinhas em origami.
Veja só:



O bebê não pega o seio

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Quando a Manuela nasceu e as enfermeiras disseram que iriam trazê-la para mamar, achei que fosse simples assim: ela encostaria a boca instintivamente no seio e sugaria, fazendo fluir o leite. Santa inocência, não foi isso que aconteceu. Ela não queria encostar, muito menos sugar o peito. Mas, o que eu estava fazendo de errado. Sim, você mãe é sempre culpada, não é? As berçaristas diziam que eu não estava "fazendo a lição direito", diziam que era preciso insistir.

"Vamos fazer um xis na ficha desta bebê. A situação é crítica", as berçaristas me aterrorizavam. Mal sabiam que em nada me ajudavam, só me deixando mais nervosa. Resultado: a Manuela só veio mamar quando recebi alta do hospital. Mas, não foi fácil assim. Foi mesmo preciso insistir.

Além do emocional bastante abalado com a experiência do hospital, ainda existiam barreiras físicas a superar. Primeiro, a Manuela nasceu antes do tempo previsto, era abaixo do peso e mal tinha boca para abocanhar o seio. Segundo…